Segunda-feira, 4 de Abril de 2011

Amo-te

Amo-te.

Sei que amanhã, ou depois, poderás

não estar aqui. E sei que eu poderei

não estar aqui também.

Mas ainda assim amo-te.

...É dentro da vulnerabilidade que construo

o amor, como um castelo na areia

que se deixa ser levado pelo mar.

Não te poderia ...amar se soubesse

que amanhã estarás aqui, que o verde das montanhas

ser-me-á oferecido uma vez mais.

Não. Não te poderia amar se ignorasse que em qualquer

momento o teu abraço pode ser o último

e as palavras que me deixas um adeus.

Amo-te porque sei que não me pertences

e o único laço que nos une é a liberdade.

Amo-te porque não sei o amanhã, porque na minha

vulnerabilidade todas as coisas são possíveis,

nenhuma é ignorada. E assim como a flor renasce

no pólen que cede, também eu renasço contigo

em cada gesto de amor.

Amo-te

Publicado por elisabete-varela às 16:22
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